sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Quibe Frito Original

Se Gostou Compartilhe com seus Amigos!
Ingredientes: Receita de Quibe Frito: a melhor receita de Quibe Frito de Carne Original - Quibe Frito tradicional do mundo árabe.
Massa
•    1 kg de trigo para quibe
•    500g de carne moída (patinho ou filé minion)
•    1 cebola grande
•    1 col. chá de sal
•    ½ col. chá de pimenta síria
•    Óleo para fritar
•    Água gelada para modelar

Recheio
•    500g de patinho moído
•    2 col. sopa manteiga
•    5 cebolas picadas
•    1 xícara de pinole torrado
•    ¼ col. chá de sal
•    ½ col. chá de pimenta do reino
•    ½ col. chá de pimenta síria
•    1 pitada de canela em pó
Modo de Preparo:



Massa
1.    Deixe o trigo de molho na água por 15 minutos, escorra a água e esprema com as mãos para tirar todo o excesso.
2.    Misture o trigo com os temperos da massa e processe bem no processador, se precisar em várias porções. Reserve.
3.    Processe bem a cebola, retire e misture com a carne moída e processe novamente com a carne em pequenas porções.
4.    Misture usando as mãos a carne processada ao trigo com o auxilio de um pouco de água gelada se necessário, até obter uma massa homogênea e macia. Cubra com um pano e deixe na geladeira por 30 minutos.
Recheio
1.    Doure as cebolas raladas na manteiga com os temperos em fogo alto, acrescente a carne e continue mexendo até cozinhar.
2.    Retire do fogo e misture o pinole.
Montagem
1.    Molhe as mãos com um pouco de agua gelada forme uma bola de 3cm de diâmetro com um pouco da massa.
2.    Com o dedo indicador fure a bola e rode a massa na palma da mão até obter um formato parecido com a casca de um ovo
3.    Coloque um pouco do recheio (1 colher de sobremesa) e feche a ponta.
4.    Frite no óleo em alta temperatura até fica da cor marrom escuro.
- Veja como modelar o quibe frito de carne
Quibe FritoQuibe FritoQuibe FritoQuibe Frito
Quibe Frito

Dicas Arabesq:
•    A carne tem que ser limpa, sem gordura ou nervuras.
•    É recomendável usar trigo claro fino que pode ser encontrado em lojas de especialidades árabes, ao invés do escuro grosso encontrado nos supermercados.
•    Muito recheio não é sinônimo de bom quibe, o importante é o equilíbrio. O recheio sempre fica solto dentro da massa.
•    Quanto menos carne for usada para dar liga ao trigo e quanto mais fina for a massa do quibe o mesmo será considerado de melhor qualidade.
•    Caso deseje, pode tornar o recheio mais suculento e gorduroso acrescentando mais manteiga ou até pedaços de gordura de carneiro, mas a casca tem que continuar macia e seca mesmo após a fritura.
•    Sirva quente acompanhado de coalhada fresca.
•    Este quibe frito não é o mesmo usado para os ensopados. Continue acompanhando o Portal Arabesq que em breve publicaremos outras variações.
Bom Apetite.
 
Segunda receita de Kibe gostoso
 
  • 250 g de trigo para kibe hidratado e escorrido
  • 500 g de carne bovina moída duas vezes (Patinho
  • 1 cebola grande
  • 4 dentes de alho
  • folhas de hortelã fresca (cerca de 12 galhinhos)
  • 3 colheres (chá) de pimenta síria
  • 4 colheres (chá) de sal



Como fazer Junte a carne moída ao trigo e dê uma boa misturada com as mãos.
Num processador, bata bem a cebola com a hortelã e o alho, até que forme quase uma pasta.
Tire essa mistura do processador e reserve.
No mesmo processador, bata metade da carne com o trigo.
Volte a vasilha, agregando agora todos os temperos (a pasta, o sal e a pimenta síria).
Amasse e trabalhe como se fosse uma massa de pão.
Experimente cru para saber se falta sal ou pimenta.
Pode ser que para o seu gosto falte sal ou que não goste de pimenta síria.
Não faz mal. Esses temperos você pode diminuí-los ou aumentá-los.
Enrole os kibes no tamanho que gostar e frite em óleo bem quente (bastante) até que fiquem moreninhos e crocantes.
Dicas:
Caso não encontre pimenta síria, pode substituí-la para essa receita por:
- 2 colheres (chá) de canela em pó com
- 1 colher (chá) de pimenta-do-reino moída
Sirva com pasta de grão de bico, salada de iogurte com pepino, pasta de berinjela e com um delicioso pão sírio.

Terceira receita de Kibe

Ingredientes


  • 1 kg de patinho sem nenhuma gordura
  • 2 cebolas grandes
  • 1 pimentão vermelho limpo
  • 2 a 3 maços de hortelã
  • 1 pacotinho de cominho moído
  • 1 maço de salsinha
  • 1/2 de trigo para quibe
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

  1. Coloque o trigo para quibe em uma tigela e coloque água o suficiente para cobrí-lo
  2. Aguarde até finalizar o processo abaixo
  3. Moer o patinho com um pouco de água gelada (se já comprou moído, passe no processador aos poucos, com água gelada)
  4. Reserve
  5. Bata as cebolas, a hortelã, o pimentão, a salsinha e o cominho no processador
  6. Reserve
  7. Junte porções de carne e do tempero processado e passe no processador até fazer uma massa homogênea (carne e tempero)
  8. Coloque esta massa numa travessa e coloque sal a gosto
  9. Misture o trigo para quibe (já escorrido)
  10. Corrija o sal
  11. Dica se ficou muito salgado, bata tomate no processador e misture ao quibe pronto
  12. Sirva com azeite de oliva, pétalas de cebola, tomates cortados em meia lua e raminhos de salsa e/ou hortelã
  13. Pode ser pão sírio ou pão francês cortado em fatias finas (como torradas)
  Quarta receita de Kibe Crú maravilhoso

Kibe Árabe da Dona Julieta - Trabalhando em Projetos com Especialistas

Bom dia pessoal,

Vamos mostrar como ter um especialista pode acelerar o processo de desenvolvimento de um projeto. No nosso exemplo vamos mostrar os passos a passos de fazer um verdadeiro kibe árabe, a especialista é a dona Julieta, minha querida mamãe.

Eu já fiz algumas vezes Kibe em casa e em processo empírico vou acertando e errando, ter uma tutoria ajuda a reduzir o tempo de aprendizado, aumenta a qualidade do produto e com isso reduz o risco de insatisfação do cliente.

É neste ponto que quero mostrar este post, posso fazer vários kibes ate deixar no nível de satisfação de meu Product Owner, que neste caso sempre é o pessoal em casa, mas posso reduzir o tempo de aprendizado, colocando um especialista no processo.

Vamos a receita. Detalhe as fotos são de 3 kg de carne, mas a receita que vou passar é para a medida de 1 Kg de carne.

1 kg de carne bem limpa e moída, limpo é sem gordura e sem nervos. A carne que tem melhor sabor é alcatra, mas pode ser feito, patinho ou coxão mole.



3 maços de hortelã, separados dos galhos, deixando apenas as folhas. Uma dica do especialista, lave as folhas e seque.



1 maço de manjerona (pode ser também manjericão), nas fotos não temos este item, pois não encontramos para comprar.

1 colher de sopa cheia de pimenta Síria sobre a carne

1 bola pequena de noz-moscada ralada sobre a carne

1/2 colher de sopa de canela doce




2 cebolas grandes. Deixe dentro de uma tijela com água. Essa dica do especialista é para remover o leite que a cebola solta. Este leite deixa um cheiro forte. A cebola foi cortada em gomos, veja a foto.




Sal a gosto

Pimenta caseira a gosto. Pode ser utilizado também pimenta normal.



Para 1 kg de carne vai 1/2 kg de trigo. O trigo deve ser passado na peneira para remover o farelo. O farelo pode ser utilizado para fazer pão, outro dica do especialista. O especialista também comentou que para Kibe assado a medida de carne e trigo são as mesmas, com isso 1 kg de carne recebe 1 kg de trigo para o Kibe assado ou frito. O especialista também recomenda o trigo argentino, pelo sabor e qualidade, este trigo praticamente não tem a palha, não sendo necessário peneirar.



Como fazer, passo a passo....

Moer uma vez a carne, sem tempero nenhum (Dona Julieta executando a atividade)



Resultado esperado


Limpar a peca que a carne moída sai do moedor de carne, pois fica nervos da carne que existiam antes deste processo.




Moer a segunda vez a carne com cebola, hortelã e manjerona. Nesta etapa não entra tempero ainda. O processo de moer é tudo junto, um pouco de hortelã e manjericona, cebola e carne.





Misture a carne que foi moída, para ficar uma massa uniforme.



Coloque sal, noz-moscada, canela, pimenta Síria, pimenta ardida. Misture tudo.



Resultado esperado


Prove para ver se está bom o tempero.

Agora vamos lavar o trigo, lavar o trigo não é deixar de molho. Basta colocar em um vasilhame, colocar água e escorrer a água. Repetir este processo três vezes.




Misturar o trigo com a carne moída.



Detalhe, o Kibe vai ficando cada vez mais de cor marrom, ou seja da cor do trigo. Uma boa pergunta, porque os kibes em restaurante são vermelhos? Eu também gostaria de saber.

Vamos moer mais uma vez e a ultima vez.



E agora podemos arrumar em uma travessa para servir. Na arrumação é feito o sinal da Cruz e pronunciado as palavras "em nome de Deus" em árabe. Depois a decoração é terminada.





Pinga árabe para acompanhar (Arak)


Sobremesa para acompanhar


Um detalhe importante, o Kibe como o feijão brasileiro ele tem características regionais, com isso cada parte do Líbano faz com algumas características diferentes. O Kibe da dona Julieta tem uma textura mais macia, receita herdada pela família que morava próxima a capital Beirute.

Mesa montada


A informação de como fazer um Kibe com receita de familia está agora armazenado neste blog e a informação passou a ser conhecimento para mim. O trabalho com a especialista fez com que o conhecimento seja adquirido de maneira mais otimizada.
 
Sexta Receita de kibe
O SEGREDO DO QUIBE ÁRABE.
Monica Uehara
Como já havia comentado antes, aaaaamo salgadinhos. E por incrível que pareça o melhor quibe que eu já provei foi aqui mesmo, na "Chaveslândia" (lê-se Venezuela).
Uma senhora de origem árabe faz quibes divinos e os vende em uma lanchonete, e é lógico, que ela guarda o segredo de tão divinos quitutes a sete chaves. Mas, eu, curiosa que sou e no "desespero" de voltando ao Brasil, não mais provar os maravilhosos salgadinhos (rsss), resolvi experimentar fazê-los. E não é que deu certo!!!!? Puxa, fiquei tão feliz!!!
Você pode estar perguntando: "Mas o que tem de diferente este quibe, que o quibe do Habibs´s não tem?" rssss. Bem, além de muito sequinho e crocante por fora, e macio por dentro, o referido quitute tem um "tempero especial" (que eu concluí, ser uma mistura de louro em pó, noz moscada e "canela".)
O curioso é que eu nunca tinha feito quibes e sempre ouvi dizer que o maior problema era que na hora de fritar, eles desmancham. Aiai!! Mas, resolvi seguir a risca umas dicas pescadas aqui e ali e o resultado foi ótimo! Vamos à receita, então:
Veja também a receita de quibe recheado de forno aqui.
Para 15 quibes:

Ingredientes:

1/2 kilo de carne moída (patinho)
200 gramas de trigo para quibe
uma pitada de canela em pó
uma pitada de louro em pó
uma pitada de noz moscada
2 colheres de azeite
sal e pimenta a gosto
óleo para fritar

Preparei assim:

Deixei de molho o trigo em água de um dia para o outro. No dia seguinte, escorri a água e espremi bem o trigo em uma peneira, para tirar o máximo de água possível.
Separei um terço da carne moída e refoguei em uma panela com o azeite, uma pitada de cada tempero e sal. Reservei.
À parte, misturei o restante da carne moída que estava crua com o trigo, os temperos e o sal. Aí vem o pulo do gato: Bati essa mistura no processador de alimentos.( Descobri nas minhas pesquisas que era preciso sovar muito bem a massa, como fazem os árabes, para que o trigo "soltasse a liga", e assim quando eu fosse fritar, os quibes não esfarelassem.).

A massa após passada no processador 
Os quibes, prontos para serem recheados.
A massa ficou muito boa para modelar os quibes. Sem grudar nas mãos,e não ficou quebradiça. Aí, foi só recheá-los com carne moída refogada e fritar em bastante óleo. O óleo deve estar bem quente.
Dicas extras: Dica da minha amiga Léia do Blog Receitas Culinárias: Ao invés de passar a massa no processador, como eu faço, esta também pode ser passada no moedor de carne.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sabor de Vida | Coxinha de batata

Se Gostou Compartilhe com seus Amigos!
gostei da receita, faço coxinha pra vender há mais de um ano. Particularmente eu não gosto de caldo de frango na coxinha, prefiro o de legumes, fica muito mais saboroso e ainda dou uma incrementada com uma pitada de curry. Fica show de bola. Para empanar eu passo elas no trigo, na água gelada e depois na farinha de rosca. Ficam crocantérrimas, Eu descobri q passando no trigo e depois na água, impedia q o óleo da fritura penetrasse na coxinha, deixando-a muito mais sequinha e crocante.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Do que é feita a gelatina

Se Gostou Compartilhe com seus Amigos!


Você já parou para pensar do que é feita a gelatina?
Iguaria sempre presente na mesa das sobremesas dos buffets por quilo das metrópoles e figura fácil em aniversários de criança, a gelatina tem origem animal.
A gelatina que nós conhecemos consiste de quatro ingredientes básicos:
  1. gelatina natural
  2. água
  3. açúcar ou adoçante artificial e sabores artificiais
  4. corante de comida
 

Mas o que exatamente é a gelatina? A gelatina é apenas uma versão processada de uma proteína estrutural chamada colágeno, que é encontrada em muitos animais, incluindo os seres humanos. O colágeno é, na verdade, quase 1/3 de toda a proteína do corpo humano. 
Trata-se de uma molécula grande e fibrosa que torna a pele, os ossos e os tendões fortes e um tanto elásticos. Conforme você envelhece, o seu corpo produz menos colágeno e as fibras individuais de colágeno ficam ligadas de forma cruzada umas com as outras. Você poderá experimentar isto nas articulações mais firmes (dos tendões menos flexíveis) ou nas rugas (perda da elasticidade da pele).
A gelatina que você come vem do colágeno dos ossos, cascos e tecidos de ligação de vacas ou porcos. Para fazer a gelatina, os fabricantes trituram estas várias partes e dão a elas um pré-tratamento com um ácido forte ou com uma base forte para quebrar as estruturas celulares e liberar proteínas, como o colágeno. Depois deste pré-tratamento, a mistura é fervida. Durante este processo, a grande molécula do colágeno acaba se quebrando parcialmente e o produto resultante é chamado de gelatina. A gelatina é facilmente extraída, porque ela forma uma camada na superfície da mistura em fervura.
Por ser muito versártil, a gelatina é um ingrediente comum; pode ser usada como um agente "endurecedor", como um ingrediente para engrossar a comida, um emulsificador ou um estabilizador. Você a encontrará em vários tipos de comida, desde o iogurte até o chiclete. Segue uma lista de algumas outras comidas que contêm gelatina:
  • ursinhos de goma
  • creme de leite
  • cream cheese
  • pasta americana para bolos
  • marshmallows
  • sopas, molhos e molhos de carne
  • presunto e frango enlatados
  • salsicha

A gelatina é usada até para revestir comprimidos, tornando-os mais fáceis de engolir. Também é usada em cosméticos, pílulas e pomadas.
Quando você compra uma caixa de gelatina (ou outra marca de gelatina) na mercearia, você pega um pacote pequeno de gelatina em pó, com sabores e cores artificiais. Na temperatura ambiente, a proteína da gelatina fica na forma de um espiral triplo.
 
Esta é uma estrutura claramente organizada, parecida com a do DNA. No DNA, duas cadeias de nucleotídeos são trançadas juntas num formato de espiral. Na proteína da gelatina, existem três cadeias de aminoácidos separadas (cadeias de polipeptídeos) que se alinham e são trançadas uma em volta da outra, e o espiral é unido por ligações fracas que se formam entre os aminoácidos localizados dentro da estrutura enrolada.
Para dar forma à gelatina, você precisa adicionar água fervente na gelatina em pó. Você mexe a mistura durante aproximadamente 3 minutos até que a gelatina se dissolva completamente.
O que acontece com a gelatina quando colocamos água fervente nela?
A energia da água aquecida é o suficiente para quebrar as fracas ligações que unem as tranças da gelatina. A estrutura helicoidal se desfaz e você fica com as cadeias de polipeptídeos boiando na solução.

O próximo passo é colocar água fria e a gelatina dissolvida na geladeira, para que ela resfrie durante algumas horas. Quando você esfria a mistura, as cadeias de polipeptídeos começam a se reassociar e a formar novamente a estrutura helicoidal tripla. Entretanto, o processo de resfriamento é lento e as tranças foram muito separadas na mistura, então os espirais não se formam perfeitamente.
Em alguns lugares o espiral tem falhas e em outros só há uma cadeia de polipeptídeos enrolada. Quando a solução da gelatina se esfria, a água entra nestas falhas entre as cadeias. A cadeia de proteína que resulta do resfriamento dá o formato da gelatina e a água dá o balanço característico que a torna a comida popular entre as crianças.